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09/11/2017 às 12:11
 

Ato popular contra reformas e terceirização será realizado nesta sexta em Feira de Santana

Ato popular contra reformas e terceirização será realizado nesta sexta em Feira de Santana

Foto: Paulo José / Acorda Cidade (Arquivo)

Nesta sexta-feira (10) será realizado em todo o Brasil um ato popular contra as reformas trabalhista e da previdência e contra a lei da terceirização. Vários sindicatos estão se mobilizando para participar. Em Feira de Santana o ato será realizado a partir das 15h com concentração na Praça do Nordestino. A categoria dos rodoviários não vai paralisar as atividades e os ônibus vão circular normalmente.  

Sônia Passos, que faz parte da coordenação do ato em Feira de Santana, esteve no programa Acorda Cidade na manhã desta quinta-feira (9) para convidar a população para participar. Ela acredita que as pessoas ainda estão inertes e que só vão perceber os prejuízos das mudanças, quando sentirem na prática.

“Será um grande ato de protesto contra o desmonte da CLT, que é a lei da consolidação trabalhista. Não é uma reforma e sim um desmantelamento. Também contra a terceirização do trabalho e contra o desmonte da previdência social. Com as mudanças poderá passar de oito horas de trabalho para 12h, o intervalo de almoço poderá ser de 30 minutos, as férias poderão ser parceladas para três vezes. Isso é estarrecedor e acho que a população só vai acreditar quando começar a entrar em prática”, afirmou.

Sônia Passos lembrou ainda dos números crescentes de desempregados no Brasil. Ela acredita que o país está desacreditado e responsabiliza a classe política pelo “caos que vive o Brasil”. “Por isso a gente está mobilizando a população e todos os sindicatos e entidades, pois o interesse é de todos”, destacou.

A professora Marlede Oliveira, da APLB, também esteve no programa Acorda Cidade para falar sobre o ato. Ela afirmou que algumas categorias, a exemplo dos professores, vão paralisar as atividades na sexta.

“Amanhã não haverá aula devido a essa paralisação. Nós que somos professores precisamos lutar pela conscientização. O Brasil passou quase 400 anos com a escravidão e essa elite burguesa do país ainda não se acostumou com isso. O capitalismo vai criando formas para se manter e agora querem retirar os direitos dos trabalhadores para fazer com que os ricos fiquem mais ricos e a gente volte para a escravidão. Querem retirar nossos direitos com as mudanças da CLT e com a terceirização”, disse.
 

 
 
 
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