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01/10/2018 às 16:10
 

CBF ‘rebaixa’ trio de arbitragem de Internacional x Vitória para a Série B


CBF ‘rebaixa’ trio de arbitragem de Internacional x Vitória para a Série B

Foto: Divulgação / CBF

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) agiu rápido e “rebaixou” o trio de arbitragem da partida de Internacional x Vitória para a Série B do Campeonato Brasileiro. O árbitro principal da partida foi Sávio Pereira Sampaio, auxiliado por Daniel Henrique da Silva Andrade e Ciro Chaban Junqueira, ambos do Distrito Federal. Sávio marcou um pênalti inexistente a favor do Colorado aos 36 minutos do segundo tempo. O jogo terminou com triunfo do Inter por 2 a 1. 

“Eu não gosto da palavra punição. Eu risco do meu dicionário. Existe um trabalho de melhoria do árbitro. Isso é feito com os árbitros e com os assistentes. Então existem outras competições para que eles possam estar atuando novamente, para que possamos estar reavaliando se é caso de voltar ou não para a Série A, que é a competição mais importante aqui e de uma exposição muito grande”, disse Coronel Marinho, chefe de arbitragem da entidade, em entrevista ao programa Seleção, do SporTV.

Além do trio do jogo entre Inter x Vitória, mais outros árbitros foram punidos por conta de pênaltis não marcados. O juiz Caio Max Augusto Vieira (RN) e os assistentes Jean Márcio dos Santos (RN) e Vinícius Melo de Lima (RN), responsáveis pelo confronto Santos x Atlético-PR, e Dewson Fernando Freitas da Silva (Fifa-PA) juntamente com os auxiliares Hélcio Araújo Neves (PA) e Heronildo Freitas da Silva (PA), que trabalharam na partida do Palmeiras x Cruzeiro.

 

“Você vai numa outra competição analisar e esse é o nosso trabalho com os assistentes e com os árbitros. Vamos passar correções para eles, o Dewson (de Freitas, árbitro de Palmeiras 3 x 1 Cruzeiro), o Caio (Vieira, árbitro de Santos 1 x 0 Atlético-PR) , o Sávio (Pereira Sampaio, árbitro de Inter 2 x 1 Vitória), e para a equipe deles, pois é um trabalho em equipe que falhou. Eles serão reavaliados e, se estiverem bem, voltam, se não, vão continuar lá”, completou Marinho.

 

Coronel Marinho explicou como será o processo de reavaliação dos árbitros.

 

“Temos que saber o porquê do erro. Posicionamento, falta de atenção? Trabalho de equipe falhou? Comunicação falhou? Planejamento falhou? Isso tudo tem que ser analisado. Se houve falha, tem que ser corrigido. Se houve falha do planejamento de equipe, vamos corrigir. Que é o caso dos dois lances mais importantes, do Palmeiras e do Internacional. O trabalho de equipe falhou. Tem que ser corrigido, reavaliado por eles”, destacou.

O técnico do Vitória, Paulo Cézar Carpegiani, defendeu a profissionalização dos árbitros (veja aqui). Coronel Marinho explicou que existe empecilhos para que isso se concretize em curto prazo.

“É uma coisa que estamos discutindo há muito tempo. Existe uma série de fatores que atrapalham essa profissionalização. Mas estamos em um processo de melhoria contínua da arbitragem. O suporte para os árbitros hoje é dado de uma forma muito melhor que era antigamente. Temos preparadores físicos regionais que estão aqui sempre conversando para que haja melhora física de todos na parte física. Na parte técnica também, temos instrutores nacionais e regionais. Temos psicólogos. Há suporte para que haja melhoria contínua deles. Agora, separar um grupo para profissionalizar? Temos que analisar uma série de coisas, profissionalização, previdência, uma série de coisas”, declarou. 

Bahia Notícias

“Eu não gosto da palavra punição. Eu risco do meu dicionário. Existe um trabalho de melhoria do árbitro. Isso é feito com os árbitros e com os assistentes. Então existem outras competições para que eles possam estar atuando novamente, para que possamos estar reavaliando se é caso de voltar ou não para a Série A, que é a competição mais importante aqui e de uma exposição muito grande”, disse Coronel Marinho, chefe de arbitragem da entidade, em entrevista ao programa Seleção, do SporTV.

 

Além do trio do jogo entre Inter x Vitória, mais outros árbitros foram punidos por conta de pênaltis não marcados. O juiz Caio Max Augusto Vieira (RN) e os assistentes Jean Márcio dos Santos (RN) e Vinícius Melo de Lima (RN), responsáveis pelo confronto Santos x Atlético-PR, e  Dewson Fernando Freitas da Silva (Fifa-PA) juntamente com os auxiliares Hélcio Araújo Neves (PA) e Heronildo Freitas da Silva (PA), que trabalharam na partida do Palmeiras x Cruzeiro.

 

“Você vai numa outra competição analisar e esse é o nosso trabalho com os assistentes e com os árbitros. Vamos passar correções para eles, o Dewson (de Freitas, árbitro de Palmeiras 3 x 1 Cruzeiro), o Caio (Vieira, árbitro de Santos 1 x 0 Atlético-PR) , o Sávio (Pereira Sampaio, árbitro de Inter 2 x 1 Vitória), e para a equipe deles, pois é um trabalho em equipe que falhou. Eles serão reavaliados e, se estiverem bem, voltam, se não, vão continuar lá”, completou Marinho.

 

Coronel Marinho explicou como será o processo de reavaliação dos árbitros.

 

“Temos que saber o porquê do erro. Posicionamento, falta de atenção? Trabalho de equipe falhou? Comunicação falhou? Planejamento falhou? Isso tudo tem que ser analisado. Se houve falha, tem que ser corrigido. Se houve falha do planejamento de equipe, vamos corrigir. Que é o caso dos dois lances mais importantes, do Palmeiras e do Internacional. O trabalho de equipe falhou. Tem que ser corrigido, reavaliado por eles”, destacou.

 

O técnico do Vitória, Paulo Cézar Carpegiani, defendeu a profissionalização dos árbitros (veja aqui). Coronel Marinho explicou que existe empecilhos para que isso se concretize em curto prazo. 


“É uma coisa que estamos discutindo há muito tempo. Existe uma série de fatores que atrapalham essa profissionalização. Mas estamos em um processo de melhoria contínua da arbitragem. O suporte para os árbitros hoje é dado de uma forma muito melhor que era antigamente. Temos preparadores físicos regionais que estão aqui sempre conversando para que haja melhora física de todos na parte física. Na parte técnica também, temos instrutores nacionais e regionais. Temos psicólogos. Há suporte para que haja melhoria contínua deles. Agora, separar um grupo para profissionalizar? Temos que analisar uma série de coisas, profissionalização, previdência, uma série de coisas”, declarou.

“Eu não gosto da palavra punição. Eu risco do meu dicionário. Existe um trabalho de melhoria do árbitro. Isso é feito com os árbitros e com os assistentes. Então existem outras competições para que eles possam estar atuando novamente, para que possamos estar reavaliando se é caso de voltar ou não para a Série A, que é a competição mais importante aqui e de uma exposição muito grande”, disse Coronel Marinho, chefe de arbitragem da entidade, em entrevista ao programa Seleção, do SporTV.

 

Além do trio do jogo entre Inter x Vitória, mais outros árbitros foram punidos por conta de pênaltis não marcados. O juiz Caio Max Augusto Vieira (RN) e os assistentes Jean Márcio dos Santos (RN) e Vinícius Melo de Lima (RN), responsáveis pelo confronto Santos x Atlético-PR, e  Dewson Fernando Freitas da Silva (Fifa-PA) juntamente com os auxiliares Hélcio Araújo Neves (PA) e Heronildo Freitas da Silva (PA), que trabalharam na partida do Palmeiras x Cruzeiro.

 

“Você vai numa outra competição analisar e esse é o nosso trabalho com os assistentes e com os árbitros. Vamos passar correções para eles, o Dewson (de Freitas, árbitro de Palmeiras 3 x 1 Cruzeiro), o Caio (Vieira, árbitro de Santos 1 x 0 Atlético-PR) , o Sávio (Pereira Sampaio, árbitro de Inter 2 x 1 Vitória), e para a equipe deles, pois é um trabalho em equipe que falhou. Eles serão reavaliados e, se estiverem bem, voltam, se não, vão continuar lá”, completou Marinho.

 

Coronel Marinho explicou como será o processo de reavaliação dos árbitros.

 

“Temos que saber o porquê do erro. Posicionamento, falta de atenção? Trabalho de equipe falhou? Comunicação falhou? Planejamento falhou? Isso tudo tem que ser analisado. Se houve falha, tem que ser corrigido. Se houve falha do planejamento de equipe, vamos corrigir. Que é o caso dos dois lances mais importantes, do Palmeiras e do Internacional. O trabalho de equipe falhou. Tem que ser corrigido, reavaliado por eles”, destacou.

 

O técnico do Vitória, Paulo Cézar Carpegiani, defendeu a profissionalização dos árbitros (veja aqui). Coronel Marinho explicou que existe empecilhos para que isso se concretize em curto prazo. 


“É uma coisa que estamos discutindo há muito tempo. Existe uma série de fatores que atrapalham essa profissionalização. Mas estamos em um processo de melhoria contínua da arbitragem. O suporte para os árbitros hoje é dado de uma forma muito melhor que era antigamente. Temos preparadores físicos regionais que estão aqui sempre conversando para que haja melhora física de todos na parte física. Na parte técnica também, temos instrutores nacionais e regionais. Temos psicólogos. Há suporte para que haja melhoria contínua deles. Agora, separar um grupo para profissionalizar? Temos que analisar uma série de coisas, profissionalização, previdência, uma série de coisas”, declarou.

“Eu não gosto da palavra punição. Eu risco do meu dicionário. Existe um trabalho de melhoria do árbitro. Isso é feito com os árbitros e com os assistentes. Então existem outras competições para que eles possam estar atuando novamente, para que possamos estar reavaliando se é caso de voltar ou não para a Série A, que é a competição mais importante aqui e de uma exposição muito grande”, disse Coronel Marinho, chefe de arbitragem da entidade, em entrevista ao programa Seleção, do SporTV.

 

Além do trio do jogo entre Inter x Vitória, mais outros árbitros foram punidos por conta de pênaltis não marcados. O juiz Caio Max Augusto Vieira (RN) e os assistentes Jean Márcio dos Santos (RN) e Vinícius Melo de Lima (RN), responsáveis pelo confronto Santos x Atlético-PR, e  Dewson Fernando Freitas da Silva (Fifa-PA) juntamente com os auxiliares Hélcio Araújo Neves (PA) e Heronildo Freitas da Silva (PA), que trabalharam na partida do Palmeiras x Cruzeiro.

 

“Você vai numa outra competição analisar e esse é o nosso trabalho com os assistentes e com os árbitros. Vamos passar correções para eles, o Dewson (de Freitas, árbitro de Palmeiras 3 x 1 Cruzeiro), o Caio (Vieira, árbitro de Santos 1 x 0 Atlético-PR) , o Sávio (Pereira Sampaio, árbitro de Inter 2 x 1 Vitória), e para a equipe deles, pois é um trabalho em equipe que falhou. Eles serão reavaliados e, se estiverem bem, voltam, se não, vão continuar lá”, completou Marinho.

 

Coronel Marinho explicou como será o processo de reavaliação dos árbitros.

 

“Temos que saber o porquê do erro. Posicionamento, falta de atenção? Trabalho de equipe falhou? Comunicação falhou? Planejamento falhou? Isso tudo tem que ser analisado. Se houve falha, tem que ser corrigido. Se houve falha do planejamento de equipe, vamos corrigir. Que é o caso dos dois lances mais importantes, do Palmeiras e do Internacional. O trabalho de equipe falhou. Tem que ser corrigido, reavaliado por eles”, destacou.

 

O técnico do Vitória, Paulo Cézar Carpegiani, defendeu a profissionalização dos árbitros (veja aqui). Coronel Marinho explicou que existe empecilhos para que isso se concretize em curto prazo. 


“É uma coisa que estamos discutindo há muito tempo. Existe uma série de fatores que atrapalham essa profissionalização. Mas estamos em um processo de melhoria contínua da arbitragem. O suporte para os árbitros hoje é dado de uma forma muito melhor que era antigamente. Temos preparadores físicos regionais que estão aqui sempre conversando para que haja melhora física de todos na parte física. Na parte técnica também, temos instrutores nacionais e regionais. Temos psicólogos. Há suporte para que haja melhoria contínua deles. Agora, separar um grupo para profissionalizar? Temos que analisar uma série de coisas, profissionalização, previdência, uma série de coisas”, declarou.

 
 
 
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